terça-feira, 2 de julho de 2013

quinta-feira, 27 de junho de 2013

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Ciência patológica e pseudociência

O conceito de "ciência patológica", como definido por Langmuir:

Pathological science, as defined by Langmuir, is a psychological process in which a scientist, originally conforming to the scientific method, unconsciously veers from that method, and begins a pathological process of wishful data interpretation (see the Observer-expectancy effect, and cognitive bias). Some characteristics of pathological science are:[5]

The maximum effect that is observed is produced by a causative agent of barely detectable intensity, and the magnitude of the effect is substantially independent of the intensity of the cause.

The effect is of a magnitude that remains close to the limit of detectability, or many measurements are necessary because of the very low statistical significance of the results.

There are claims of great accuracy.

Fantastic theories contrary to experience are suggested.

Criticisms are met by ad hoc excuses.

The ratio of supporters to critics rises and then falls gradually to oblivion.

O conceito de pseudociência discutido em grande pormenor:

Pseudoscience is a claim, belief, or practice which is presented as scientific, but which does not adhere to a valid scientific method, lacks supporting evidence or plausibility, cannot be reliably tested, or otherwise lacks scientific status.[1] Pseudoscience is often characterized by the use of vague, exaggerated or unprovable claims, an over-reliance on confirmation rather than rigorous attempts at refutation, a lack of openness to evaluation by other experts, and a general absence of systematic processes to rationally develop theories.

A field, practice, or body of knowledge can reasonably be called pseudoscientific when it is presented as consistent with the norms of scientific research; but it demonstrably fails to meet these norms.[2

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Mais de 1800 páginas


Ticiano: Sísifo (Museu do Prado)

...para ler e classificar numa semana. Depois, duas semanas de provas tão extenuantes para quem avalia como para quem é avaliado. Em países civilizados o problema é arrumado em duas horas. Todos ao mesmo tempo.

Ainda temos de crescer muito em termos de civilização.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

O "Público" passou-se


Os jornalistas do Público estão com ressaca pós-eleitoral? Esta notícia é um disparate requentado: resulta de uma campanha publicitária da agência de viagens britânica Sky Travel de 2004 ou 2005, não me recordo bem. O Ben Goldacre, que não me canso de citar, bem lhe deu na cabeça.

O que preocupa é ver um jornal do nível do "Público" a publicar bullshit deste calibre.

Problemas? Nós não temos problemas.

Afghan infants fed pure opium

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

No Expresso deste fim de semana, um qualquer jovem techno-geek dizia qualquer coisa como "quem não está no Facebook não existe", ou algo assim. Esta dicotomia é curiosa, e muitos hão-de arengar sobre ela. Quanto ao techno-geek, esse, apenas me dá pena, coitado. Sofre de cegueira selectiva, uma doença nem sempre tratável, sobretudo quando o paciente não se quer tratar.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

João Lóio

Num tempo de imbecilidade avulsas em MySpaces , Youtubes e que tais, ouvir João Lóio devia fazer parte do programa da escola primária.

Não dou links. Procurem-no, se acham que o merecem.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Ok, já tirei aquele mono preto ali do lado. Agora tenho de procurar uma fonte de som decente.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Sei que tenho andado muito calado. A verdade é que não me apetece escrever. Nada do que vejo ou ouço parece justificar o trabalho. Ainda ontem via na televisão uns políticos com ar muito emocionado a darem abraços uns aos outros e tudo aquilo me parecia uma confrangedora encenação, um circo pobre e decadente de um bando de desgraçados a tentarem dar a ideia de que o que fazem importa.
Percebi entretanto que a música aqui ao lado terá crashado. A ver se cuido disto um dia destes. A hora, agora, é de trabalho.

terça-feira, 29 de junho de 2010

"If you think research is expensive, try disease."

Mary Lasker (1900-1994)
Com o meu agradecimento ao PG pela referência.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Vou mudar de opinião sobre o futebol, nomeadamente sobre os jogos da selecção nacional. Devia haver mais. Deviam, sobretudo, decorrer quando preciso me deslocar de automóvel, em Lisboa. Por exemplo, às sextas feiras. Parecia domingo à tarde. Daqueles domingos paradinhos. Circulei como há muito não circulava. Que beleza...

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Da música

Nova jukebox.
Nunca uma jukebox poderá transmitir mais que uma pálida ideia da música. Mas é preferível essa pálida ideia ao silêncio.

domingo, 20 de junho de 2010

Saramago e bola

O país continua igual a si próprio. Homenageia o escritor, não porque o tenha lido mas porque ganhou um prémio importante que fica bem ao país por arrasto. Mas quem o ganhou foi ele, convém lembrar. Intervalo na bola, assim, para a cremação. Amanhã há mais bola e mais vuvuzelas e Saramago vai para a prateleira das glórias.

Venha o senhor que se segue. Provavelmente uma mistura de Mia Couto e de Cristiano Ronaldo. Ou de Agualusa e Deco. Ou de Pepetela e José Mourinho. Desde que falem português, a Pátria está salva. Mesmo que bata no fundo.

Café





Comprei a máquina acima. Motivos:
  • É mais barata que a Nespresso.
  • O café é bom.
  • O café está à venda em múltiplos locais, ao contrário da Nespresso, apostada na parolice dos locais "exclusivos" tipo loja na Baixa e excelente para novos-ricos embasbacados.
  • É um produto português - não se fala de combater a crise cá dentro? - produzido por uma empresa portuguesa.
O resto é marketing.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

O empate de Portugal frente à Costa do Marfim abre excelentes perspectivas à eliminação de Portugal do mundial de jogo da bola. Poderemos assim voltar à vida normal, sem o barulho infernal das vuvuzelas a atazanar-nos os ouvidos.
Patriotismo, hoje, é trabalhar em prol do país. O resto são actividades para crianças, das pouco dotadas.

terça-feira, 18 de maio de 2010

"Nada mais degradante do que ver a Sociedade de Cardiologia a vender margarinas e óleo de soja no país do azeite. Na Irlanda o Estado faz publicidade institucional para estimular o consumo de azeite."
(de uma lista portuguesa de discussão em saúde)

quinta-feira, 8 de abril de 2010

sexta-feira, 5 de março de 2010